Nas informações do nosso último jogo (25º) foi ressaltada a atitude muito louvável de um AMIGO que ao tocar a bola com a mão, parou a jogada, antes mesmo que o árbitro apitasse.
Quero aproveitar e deixar meu posicionamento sobre o assunto e esperar as manifestações, idéias a favor ou contra e publicá-las. É o seguinte:
Quando jogamos SEM juiz acho que todos deveriam adotar a conduta correta, se cometeu a falta parar a bola, se a bola saiu de campo acusar, etc. . Porém quando o jogo TEM juiz é diferente; não que deveremos ser desonestos, mas acho que devemos considerar a autoridade do árbitro e deixar a critério dele apitar (se viu) ou não, pois existem lances em que pesa muito (ou totalmente) a interpretação e a decisão instantânea dele, autoridade máxima em campo. Não ver, errar, é natural do ser humano, do árbitro, desde que imparcial, também.
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)
Otávio
ResponderExcluirHélio,concordo.
A atuação do árbitro deve sofrer menor interferência possível. Melhor termos um apito único, seguro e autoritário, do que cada um tentando fazer justiça a seu modo.
O "jogador honesto" corre o risco de se indispor com seu próprio time. Além disso, irá querer cobrar o mesmo tipo de atitude dos companheiros, causando uma interferência maior ainda na arbitragem e discussões em campo.
Muito boa sua colocação Otávio, muito coerente como profissinal do Direito, excelente que você é. Realmente: os próprios companheiros de time, mesmo sendo pessoas honestas, no momento do lance, sangue quente, irão perguntar ao "honesto" se ele está jogando pro time ou pro adversário?!A vantagem de jogar com juiz é que ele assume aquilo que apitou e evita o bate-boca dos mais exaltados.
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