quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

REFLEXÃO: Trazer convidado SIM ou NÃO

REFLEXÃO SOBRE AS REGRAS DO GRUPO EM RELAÇÃO AOS CONVIDADOS




Desde que passei a jogar com o grupo com regularidade, o que aconteceu pela primeira vez em 7/12/2013, estive presente em 36 dos 48 jogos organizados e, dentro do que está ao meu alcance, procuro contribuir com o grupo da melhor forma possível.

Um dos aspectos que pude observar é que ao longo de 2014 em diversos sábados tivemos dificuldade para compor um "quórum mínimo", tendo em algumas oportunidades jogado com 8 ou 9 jogadores de cada lado, o que implica em significativo prejuízo da partida, ainda mais porque no grupo temos diversos veteranos ou jovens com condicionamento físico comprometido.

Justamente por essa insuficiência de jogadores tenho feito o que posso para trazer pessoas para conhecerem o grupo, participando dos jogos, com o objetivo de,  quem sabe, virem a se tornar frequentadores assíduos.

Desde que passei a jogar com vocês, de pessoas convidadas por mim, jogaram conosco:

Cauã, Maurício, Magalhães, Kennedy, Milton, Beto (Japonês fominha 1), Rafael (Japonês fominha 2), Ricardo, Silvestre e Tiago, sendo que os dois últimos já são considerados do grupo.

Pretendia trazer outros convidados, mas como já expus ao término do nosso último jogo e outras oportunidades anteriores, as regras que vocês adotam desestimulam a seguir por esse caminho.

Afinal, salvo se tiver muita sorte, o convidado está sujeito a esperar sobrar uma vaga, revezar e/ou ficar no gol em tempo integral.

Pior, aqueles que trazem convidados, ou seja, estão tentando ajudar para que o quórum mínimo seja garantido, acabam se sujeitando a ceder seu lugar. Ou seja, o sujeito procura ajudar e é penalizado por isso!?

Talvez no passado, quando o grupo tinha gente sobrando, impor essa condição absoluta ao convidado fazia todo o sentido. Vocês tinham gente suficiente, não precisavam de mais. Se o cara realmente quisesse fazer parte do grupo teria que submeter ao sacrifício.

Mas agora, quando raramente conseguimos 20 pessoas para jogar, essa regra não parece ter muita lógica. Na minha concepção, a médio e longo prazo é um bom caminho para antecipar a extinção do grupo.

Além do mais, está claro que esse problema de falta de quórum está associado com o mínimo comprometimento de alguns em relação ao grupo.

Se jogar com os amigos no sábado não é uma prioridade para o sujeito, por que razão o grupo deve priorizar esse sujeito, em detrimento de pessoas que estão disposta a se empenhar mais? Entendo que deva haver respeito pela história do sujeito dentro do grupo, mas o privilégio deve ser eterno? Nas mais primitivas sociedades democráticas, a conquista de determinados direitos está atrelada ao cumprimento de determinados deveres.

Obviamente os mais veteranos como o Sr. Padilha, Maurão, Hélio, Cido, Chile e outros tem tanto crédito que devem ter um tratamento especial. Porém, curiosamente, justamente eles, que poderiam desfrutar de uma "cadeira cativa", dificilmente faltam ou deixam o grupo na mão. Pelo contrário, são verdadeiros abnegados. O Mauro, por exemplo, vive jogando no gol, quando poderia invocar a regra a seu favor. Em um dos últimos sábados, voltou da praia para estar com o grupo. Uma vez o Hélio, mesmo extremamente gripado, veio para o campo em um dia chuvoso só para garantir o quórum mínimo para o pessoal.

O assunto não é novo, porém, como acontece com a maioria das sugestões que já fiz, nenhuma ação é tomada e a situação se mantém,

Desse modo, faço esse último apelo para que vocês reflitam.

Da minha parte continuarei jogando regularmente e redigindo os relatos dos jogos para o blog. 

Porém, por enquanto, não convidarei mais ninguém.

Um grande abraço,

Rafael

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