quinta-feira, 17 de novembro de 2011

LÍNGUA PORTUGUESA
Leiam, nem que seja um pouco por dia.
  Mesmo que você saiba de todas essas formas corretas, passe adiante, pode ser útil para outras pessoas. A Língua Portuguesa agradece.

Nunca diga:
Correto
Menas
Menos
Iorgute
Iogurte
Mortandela
Mortadela
Trabisseiro
Travesseiro
Cardaço
Cadarço
Meia cansada
Meio cansada
Asterístico
Asterisco
Largato
Lagarto

  E lembre-se:  
- Mal - Bem
- Mau - Bom
- Trezentas gramas ( a grama pode ser de um pasto ). Se você quer falar de peso, então é O grama: Trezentos gramas.
- Di menor, di maior ( É simplesmente maior ou menor de idade ).
- Beneficiente ( O correto é Beneficente )
- O certo é Basculante e não Vasculhante, aquela janela do banheiro ou da cozinha.
- Se você estiver com muito calor, poderá dizer que está "suando" (com u) e não "soando", pois quem "soa" é sino!
- A casa é Geminada (do latim geminare = duplicar) e não Germinada que vem de germinar, nascer, brotar.
- O peixe tem Espinha ( Espinha dorsal ) e não Espinho. Plantas têm espinhos.
- Homens dizem Obrigado e mulheres Obrigada.
"Faz dois anos que não o vejo“ e não “Fazem dois anos”
- "Havia muitas pessoas no local" e não "Haviam” 
- "Pode haver problemas" e não "Podem haver...." (os verbos fazer e haver são impessoais!!)
- Problema e não Poblema ou Pobrema.
- Programa e não Pograma.
- A partir e não À partir.
O certo é Haja vista ( que se oferece à vista ) e não Haja visto.
- Por isso e não Porisso ( muito comum nas páginas de recado do orkut, junto com o Agente pode marcar algo... Se é um agente, ele pode ser secreto, aduaneiro, de viagens...) A gente - Nós
O certo é Cuspir e não Gospir.
Hall é Ról não Rau, nem Au.
Para eu fazer, para eu comprar, para eu comer e não para mim fazer, para mim comprar ou para mim comer... ( mim não conjuga verbo, apenas  "eu, tu, eles, nós, vós, eles" )
- Você pode ficar com dó (ou com um dó) de alguém, mas nunca com "uma dó"; a palavra dó no feminino é só a nota musical ( do, ré, mi, etc etc. )
- As pronúncias: CD-ROM é igual a Roma sem o A. Não é CD-RUM ( nem CD-pinga, CD-vodka etc ).  ROM é abreviatura de Read Only Memory - memória apenas para leitura.

   E agora, o horror divulgado pelo pessoal do TELEMARKETING:  

Não é  “Eu vou estar mandando” “Vou estar passando” “Vou estar verificando”
E sim "Eu vou mandar" "Vou passar" "Vou verificar"
( Muito mais simples, mais elegante e correto ).

  Da mesma forma é incorreto perguntar:  

Com quem você quer estar falando?
- Veja como é o correto e mais simples: Com quem você quer falar?
- Ao telefone não use: Quem gostaria? ( É de matar... )
- Não use: peraí, agüenta aí, só um pouquinho ( Prefira: Aguarde um momento, por favor )
Por favor, arranquem os malditos Seje e Esteje do seu vocabulário ( Estas palavras não existem!! )

- Não é elegante você tratar ao telefone, pessoas que não conhece, utilizando termos como:
Querido(a), meu filho(a), meu bem, amigo(a)... ( A não ser que você esteja ironizando-a(o). Utilize o nome da pessoa ou senhor(a) ).

Agora, explicações de algumas expressões que usamos e nem sempre sabemos de onde originou-se:

  Nas coxas  
As primeiras telhas do Brasil eram feitas de argila moldada nas coxas dos escravos.
Como os escravos variavam de tamanho e porte físicos, as telhas ficavam desiguais.
Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito. 

  Voto de minerva  
Na Mitologia Grega, Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado de tê-la assassinado.
No julgamento havia empate entre os jurados, cabendo à deusa Minerva, da Sabedoria, o voto decisivo. O réu foi absolvido, e Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

  Casa da mãe Joana  
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária se chamava Joana.
Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a expressão casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

  Conto do vigário  
Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única imagem de determinada santa, e, para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E o burrico caminhou direto para uma delas... Só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico, e conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.

  A ver navios  
Dom Sebastião, jovem e querido rei de Portugal (sec XVI), desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir, no Marrocos. Provavelmente morreu, mas seu corpo nunca foi encontrado.
Por isso o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca, e era comum que pessoas subirem ao Alto de Santa Catarina, em Lisboa, na esperança de ver o Rei regressando à Pátria. Como ele não regressou, o povo ficava a ver navios.

  Não entendo patavinas  
Os portugueses tinham enorme dificuldade em entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova.
Daí que não entender patavina significa não entender nada.

  Dourar a pílula  
Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto do remedinho. A expressão dourar a pílula significa melhorar a aparência de algo ruim.

  Sem eira nem beira  
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. 
Estar sem eira nem beira significa que a pessoa é pobre e não tem sustentáculo no raciocínio.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011


Cerveja e camisinha
A mulher acessa um chat, quando um nick meio estranho lhe pergunta:
 - Quer teclar?
- Você é homem ou mulher? 
- Você quer ou não quer teclar?
- Depende! Você é homem ou mulher? 
- Advinhe!
- Ok... me diz aí, 5 marcas de cerveja... 
- Brahma, Kaiser, Skol, Antártica , Bohemia .
- Ótimo... agora me diz 5 marcas de camisinha. 
- Jontex, Prosex... Hummm... tá difícil.
- É. Você é homem.
- Sou, sim. Mas... como você descobriu?
- Fácil!
- Bebe mais do que transa.

ENCOSTAR = ENFIAR
Um homem casado vai confessar-se:
- Eu quase pequei, Padre...
E o padre:
- Que quer dizer com 'quase'?
- Encostei o meu 'coiso' na empregada... Mas, na hora eu não enfiei. Por isso, foi 'quase'!
- Encostar é a mesma coisa que enfiar... Você pecou, meu filho! Reze vinte ave-marias e colabore com 50 euros para as obras da igreja, que será perdoado!
O tipo sai do confessionário, reza vinte ave-marias, saca uma nota de 50 euros da carteira e vai até à caixa de esmolas. Encosta a nota na ranhura, mas recua e guarda o dinheiro de volta. O Padre, que estava à espreita, grita:
- Eu vi isso, seu pecador! Você não enfiou o dinheiro na caixa de esmolas!
- É? Já se esqueceu que encostar é o mesmo que enfiar...

domingo, 13 de novembro de 2011

COMANDADOS POR SERGINHO
GAROTOS GOLEIAM VETERANOS
Com 4 convidados, 3 (média de 22 anos) trazidos pelo AMIGO Daniel, o time de camisetas amarelas goleou de forma inapelável o time azul, formado por veteranos. Foi uma idéia infeliz de fazer o jogo “velhos contra jovens” pois não houve chance de reação nem atacando no 2º tempo, no campo melhor. A título de curiosidade, a soma exata das idades do time perdedor foi 542 (média 54,2) e a do time vencedor foi 361 (aproximado, atribuindo 47 ao Mesquita, 32 ao Márcio e 22 a cada convidado do Daniel). Seu xará (Daniel, que jogou de centro-avante) deve ter quase 1,90m de altura, sabe jogar e nas bolas altas ninguém ganhava. Marcou 4 gols.

36º Jogo – 12/11/2011

Resultado do jogo: 12  x 3

ESCALAÇÕES
Os times jogaram assim:
Time vencedor: Zé, Samuca, Daniel, Cvdd.Mesquita e Márcio, Kell, Serginho, Cvdd.1, Cvdd.2, e Cvdd.3.
Marcaram: Márcio 1, Serginho 3, Kell 3, Cvdd.Daniel 4 e Cvdd.3 1.

O time derrotado jogou com: Maurão (goleiro), Chile, Professor Cido e Hélio, Marcelo, Rodolpho, Carlão, Sadan, Edu e Padilha.
Marcaram: Padilha 1, Carlão 1 e Edu 1.

PRELEÇÃO:

1º) Maurão repetiu a informação de que a churrascada de final de ano será no dia 10 de dezembro, no Bar do Ivo, após o jogo. Foi decidido que os novos atletas do time – que ainda não pagam mensalidade regularmente, pagarão R$ 20,00 para sua participação no churrasco de confraternização.

2º) Maurão chamou a atenção do time dos veteranos que não jogaram nada (!?).

3º) Foi comentado o fato do AMIGO Sadan ter deixado o campo nervoso, antes do término do jogo por não concordar com reclamações do time por não tocar a bola aos companheiros do time.

4º) O destaque deste sábado ficou para o goleiro Zezinho.

Pessoal: Não vamos correr o risco de perder nosso campo. Vamos pagar as mensalidades em dia !!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


GOLAAAAÇO DE JORGE “CHILE”
Jogando de forma determinada, apesar de estar praticamente em recuperação do tratamento de sua hérnia de disco, Chile mereceu a indicação do “destaque” do jogo e ainda fez um golaço dando a vitória ao seu time por 6 a 2 neste sábado.

35º Jogo – 05/11/2011

Resultado do jogo: 6  x 2

ESCALAÇÕES
Os times jogaram assim:
Time vencedor: Beto, Carlos,  Chile, Doriva, Edu, Marcelo, Mauro e Sadan.
Marcaram: Beto 1, Chile 1, Sadan 1 e Edu 3.

O time derrotado jogou com: Zé, Cido, Cláudio, Daniel, Fabinho, Márcio, Tomaz Rodolpho, Samuca e Dario.
Marcaram: Padilha e Dario.

PRELEÇÃO:

1º) Foi sorteado o dia do churrasco de confraternização de final de ano. Será no dia 10 de dezembro, no Bar do Ivo, após o jogo. Foi decidido que os novos atletas do time – que ainda não pagam mensalidade regularmente, pagarão R$ 20,00 para sua participação no churrasco de confraternização.

2º) Maurão chamou a atenção dos que chegaram após às 16:00hs, que foram: Chile, Carlos, depois Claudinho, Marcelo, Fabinho, Doriva e Rodolpho, atrasando o início do jogo. Pediu que melhorem essa chegada ao campo para 15:45hs.

3º) Foi perguntado sobre o sábado próximo, dia 12, por ter feriado em seguida, dia 15 de novembro, quem faltará. Como foram poucos os que se pronunciaram, ficou decidido que haverá jogo SIM.

4º) Foi aplaudido o aniversariante da semana, dia 4 de novembro: Carlão. Parabéns!!!!!!!

5º) Chile foi o indicado para o destaque do jogo.

Pessoal: Não vamos correr o risco de perder nosso campo. Vamos pagar as mensalidades em dia !!!!!!!!!!!!!

domingo, 6 de novembro de 2011


ORIGEM DAS EXPRESSÕES - 1
 
OK: A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que 
está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os 
soldados voltavam pras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa 
"0 Killed" (nenhum morto),expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS: Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu a expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER: 
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argenrt fez 
o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina 
da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo 
que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que 
arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. 
Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem 
não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como 
fazem os gatos.

NHENHENHÉM: 
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas 
não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a 
dizer "nhen-nhen-nhen" .

A DAR COM O PAU: 
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos 
navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, 
deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos 
escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. 
O povo incorporou a expressão.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

EMPATE NO CLÁSSICO
Neste sábado o jogo foi com os times completos e houve até substituições no intervalo. Foi um jogo muito disputado, e, mesmo sem juiz não ocorreu nenhuma discussão por jogada duvidosa.

34º Jogo – 29/10/2011

Resultado do jogo: 9  x 9

ESCALAÇÕES
Os times jogaram assim:
Time Amarelo: Goleiro Zezinho, Tomaz, Cvdd Mesquita, Márcio, Professor, Daniel, Barba, Rodolpho (depois Cvdd.5), Cvdd Érik, Claudinho e Padilha.
Marcaram: Claudinho 4, Daniel 2, Barba 2 e Cvdd Érik 1.

O time Azul jogou com: Stevens (depois Rodolpho) no gol, Chile, Samuca, Hélio, Maurão, Beto, Antonio, Carlos, Cvdd Vinicius, Serginho e Kel.
Marcaram: Serginho 5, Kell 1, Beto 1, Cvdd Vinicius 2.

PRELEÇÃO:

1º) Maurão disse que como o jogo terminou empatado, não vai ter destaque em nenhum dos times.

2º) Informalmente foi citado Rodolpho como destaque, pois a saída dele, por problema físico, enfraqueceu seu time e seu espírito colaborativo indo jogar no gol do adversário por ter também se contundido o goleiro Stevens.

3º) Maurão comentou novamente sobre as sugestões para resolver o problema de falta de goleiros no time. Barba pediu a palavra e esclareceu seu ponto de vista a respeito da sua sugestão (derrotada): ele acha que se um atleta jogar meio tempo apenas, irá fazer “corpo mole” no gol. A sugestão vencedora (na eleição do sábado passado) foi a do Marcelo, que determina que dois atletas joguem no gol (1 tempo cada um) quando o time estiver sem goleiro. Toninho e Beto foram os sorteados, porém compareceram 2 goleiros, Zezinho e Stevens e não houve necessidade de uso da nova regra.

4º) Maurão lembrou novamente os aniversariantes de outubro que foram novamente aplaudidos: Zezinho, Rodolpho e o mais aplaudido Ruy "Padilha". Maurão lembrou também que não esqueçamos de enviar um e-mail ao Padilha, afinal são 77 anos...e jogando bola!!!!
Parabéns grande AMIGO Padilha!

Pessoal: Não vamos correr o risco de perder nosso campo. Vamos pagar as mensalidades em dia !!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

FALANDO EM PÚBLICO

Texto de Alexandre Nagado. Este e outros muito interessantes vocês podem ver clicando http://nagado.blogspot.com  - AMIGOS: Boa leitura e bom proveito a todos. Ah! A ilustração do nosso blog foi colaboração do Xande.

Palestras sobre quadrinhos não são uma novidade, mas elas têm ganho mais espaço e vêm sendo feitas para platéias maiores do que há 15 anos atrás. Além de pesquisadores, é comum que quadrinhistas sejam convidados em eventos para falar sobre seu trabalho. O problema é que apenas chegar na frente de uma platéia, falar sobre seu trabalho e responder perguntas não é uma palestra. Bate-papo e palestra são coisas que se confundem na cabeça de muita gente que assiste, que organiza e que vai em eventos de quadrinhos. O primeiro é mais informal, despojado. O segundo é uma proposta de transmitir informações de modo eficaz, com técnicas de oratória e comunicação.


No mundo empresarial, tudo é mais profissional e existem palestrantes  que cobram bem por suas apresentações.  Eu espero sinceramente que os eventos de quadrinhos e cultura pop japonesa caminhem também nessa direção. Isso passa pela remuneração das pessoas que se preparam para encarar uma platéia. Sou de uma época em que palestras de HQ ou de mangá atraíam 10 pessoas. E já enfrentei auditórios com mais de uma centena de pessoas. 15 anos atrás, ninguém falava em pagamento, tudo era divulgação. De alguns anos pra cá, já dei muitas palestras remuneradas e deixei de atender a convites de palestras "só pra divulgar e dar uma força". Há exceções, claro, e as pessoas que estão dentro dessas exceções sabem exatamente como me procurar. Falar em público é algo que faz parte da minha vida muito antes do lado profissional existir.


Quando estudei desenho, tive oportunidades de substituir o professor Ismael dos Santos e ele me deu valiosas dicas sobre como falar em público e driblar o nervosismo. No colegial, passado a maior parte no colégio Costa Manso, no Itaim Bibi (zona sul de SP, capital), o professor Falcão (Ed. Artística) dava exercícios de teatro e sua aula era das mais interessantes. Em 1997, fui prestar uma consultoria de 3 meses (ampliada para 5) na empresa Goen3 Rainbow (atual Invel), onde trabalhei com o empresário Mario Hirata, um verdadeiro mestre em comunicação que me ensinou muito. Anos depois, meu interesse por música me levou a estudar karaokê, com o Ito-han, grande figuraça da colônia japonesa, que me ensinou muito e ajudou a soltar a voz. Depois, fui estudar uma temporada com a Daniella Alcarpe, cantora de MPB, que mistura o estudo de canto com teatro e dicas valiosas de dicção. O treino de uma respiração mais correta para o canto também deu mais fôlego para aulas e palestras. Tudo isso me ajudou enormemente a me comunicar bem verbalmente e já realizei dezenas de palestras e participei de mesas-redondas de assuntos ligados às minhas áreas de atuação.
Em 2008, ilustrei o livro Faça seu coração falar (Ed. Bushido), do empresário Cláudio Ayabe, onde técnicas de oratória eram apresentadas de modo didático. Material do Reinaldo Polito e outros ajudaram com componentes teóricos, mas o contato com Ayabe foi fundamental para que eu visse palestras de outro modo, mais profissional.
Acredito que todo mundo deva aprender um pouco sobre comunicação verbal, seja para se portar bem em uma entrevista de emprego, seja para defender seu ponto de vista numa reunião ou negociar com um cliente. Professores deveriam ser obrigados a fazer curso de oratória, pois já tive muitos que nem sabiam falar direito.
Na minha área de quadrinhos e cultura pop japonesa, conheço alguns pesquisadores e autores extremamente bons para falar em público, mas também vi outros que, apesar do excelente currículo e conhecimento, não conseguem uma comunicação verbal eficaz com a platéia.


Nada substitui o carisma natural, mas depender só dele é, no mínimo, uma falta de profissionalismo quando o assunto envolve uma palestra (remunerada ou não, pois é compromisso assumido).


É certo cobrar para ir falar sobre um assunto. E também é certo oferecer algo mais que um bate-papo quando a proposta é uma palestra. Abaixo, organizei algumas dicas que considero essenciais em uma boa apresentação.


ALGUMAS DICAS PARA UMA BOA PALESTRA

1) Tenha certeza de dominar bem o assunto e faça anotações para montar um roteiro dos assuntos a abordar. Nada substitui o conhecimento. Faça perguntas a si mesmo, imagine-se respondendo perguntas difíceis ou embaraçosas. Jamais tente disfarçar seu desconhecimento. Se não souber, valorize a questão levantada e diga que vai pesquisar o assunto.
Com planejamento e preparo,
fica mais fácil encarar qualquer platéia.
- Ilustração extraída do livro Faça
Seu Coração Falar (
Ed. Bushido)

2) Apresente-se confiante, mas seja humilde. Arrogância gera antipatia, mesmo que você seja um gênio. Boa educação cabe em qualquer lugar. Uma vez, num debate, um renomado autor que estava ao meu lado se levantou pra ir fumar quando foi minha vez de falar. Seus fãs podem não ter ligado, mas foi uma tremenda falta de respeito, entre outras grosserias que ele cometeu por se achar o máximo. O mundo dá voltas. 

3) Controle os vícios de linguagem. Termos como "né?", "tipo assim" e outros são muletas de linguagem e, quase sempre, mostram insegurança. O mesmo vale pra maneirismos como "vamos combinar", "saca só" e por aí vai. Entre jovens, é ótimo mostrar certo despojamento, mas melhor do que se igualar à platéia é despertar nela admiração. 

4) Valorize seus ouvintes. Foi pouca gente ouvi-lo falar? Não mencione que "é uma pena ter vindo tão pouca gente". Da mesma forma, jamais comece se desculpando, exceto se for muito pertinente. Ao invés disso, valorize quem está lá e estabeleça com eles um diálogo mais próximo, impossível de acontecer num auditório lotado. Com uma palestra pequena, você pode criar não só admiradores, mas fãs. E sempre agradeça.

5) Você gosta de contar algo engraçado pra deixar o clima descontraído? Faça isso com moderação pra não virar bagunça. Ao falar algo engraçado e a platéia reagir rindo, deixe rirem um pouco e, quando o som dos risos começar a diminuir, retome o assunto com voz firme. É importante ter o controle da audiência, ter o público em suas mãoes.

6) Coloque os assuntos no contexto, não parta do pressuposto de que todo mundo na platéia conhece a fundo o assunto que vai abordar. É possível se aprofundar num assunto partindo de seu princípio. Colocar no contexto sempre ajuda a clarear o raciocínio e a conduzir melhor o assunto a seu desfecho.


7) Poupe a voz antes da palestra. Bebidas geladas e sorvetes podem irritar a garganta. Leite e alimentos que engrossam a saliva (como banana) não são recomendados em dia de palestra. Seja profissional na preparação, sendo ou não pago para isso. Compromisso assumido é sagrado.

8) Tente conhecer o lugar da palestra antes, para se familiarizar com o espaço e o equipamento. Teste microfone, lousa, projetor de slides, o que for preciso. Não suba ao palco se sentindo perdido, olhando para os lados.

9) Pronuncie bem as palavras e treine variações no volume e intensidade da voz. Como numa música, sua voz não pode parecer monótona e linear, para não dar sono nos ouvintes. Aprenda a colocar entusiasmo para valorizar alguns momentos, sem parecer forçado. O mesmo vale para gesticulação, que deve ser usada com moderação, mas que pode ajudar a enfatizar certos pontos.

10) Cuidado com a postura. Evite ombros caídos e posição corcunda. Uma postura ereta e com ombros relaxados (mas não caídos) ajuda até na respiração, algo essencial para o bom uso da voz. Se estiver em uma bancada e tiver que ficar sentado (como num debate), não se esparrame na cadeira. Você deve parecer relaxado (tranquilo) e não desleixado.
BETÃO!
Recebi o primeiro comentário no blog: o seu! Muito obrigado pelo elogio Beto. Isso foi um enorme incentivo. Muito obrigado messssssssssssssssmo!
Abraço do AMIGO.
Hélio

domingo, 23 de outubro de 2011

QUASE NÃO HOUVE JOGO...
por falta de quorum!
Dois garotos, irmãos, Vinicius, 14 e Érik 15, completaram e reforçaram os dois times. Aliás, os dois (principalmente o Vinicius) poderiam fazer teste em time profissional pelo futebol e pela idade.

33º Jogo – 22/10/2011

Resultado do jogo: 10 x 7 para o time amarelo

AS ESCALAÇÕES
Os times jogaram assim:

Time Amarelo: Goleiro Zezinho, Professor, Daniel, Doriva, Marcelo, Fabinho, Cvdd Vinicius, Claudinho e Padilha.
Marcaram: Claudinho 3, Daniel 3, Marcelo 1, Padilha 1. Doriva 1 e Vinicius 1

O time Azul jogou com: Sadam no gol, Chile, Hélio, Maurão, Beto, Edú, Carlos, Cvdd Érik, e Kel (chegou bem atrasado),
Marcaram: Edu 4, Carlos 1, Hélio 1, e Érik 1.

PRELEÇÃO:

1º) Maurão falou sobre o horário novamente, que estamos chegando muito tarde. Que precisamos chegar 3 e meia, até vinte para as quatro.
2º) Foram considerados como destaques: Zezinho pela excelente atuação, principalmente no   1º tempo, e Claudinho pelo apoio e assistência que deu aos companheiros durante o jogo todo.
 3º)  Foram aplaudidos os aniversariantes do mês de outubro: Zezinho (dia 16), Rodolpho (dia 22) e Padilha (dia 31). 
 4º) Maurão comentou sobre a falta de jogadores e realizou a eleição das sugestões para resolver o problema de goleiro. Foram votadas 2 sugestões:
do Barba: cada sábado joga um atleta no gol; do Marcelo: cada jogo 2 jogam no gol, meio tempo cada um.
Venceu a sugestão do Marcelo; portanto, a partir do sábado próximo se não vierem goleiros, 2 atletas da linha jogarão no gol, meio-tempo cada.

Pessoal: Não vamos correr o risco de perder nosso campo. Vamos pagar as mensalidades em dia !!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011


Freira Corinthiana
   
Uma freira faz sinal para um táxi parar. Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela:
- Por que você me olha assim?
Ele explica:
- Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida...
Ela responde:
- Meu filho, sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
- Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira...
A freira:
- Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: primeiro, você tem que ser solteiro, corinthiano e também católico.
O taxista fica entusiasmado:
- Sim, sou solteiro, corinthiano desde criancinha e até sou católico também!
A freira olha pela janela do táxi e diz:
- Então, pare o carro ali na próxima travessa.
O carro para na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca.
Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar:
- Meu filho - diz a freira - Porque é que está chorando?
- Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado, palmeirense e sou evangélico.
A freira conforta-o:
- Deixa pra lá. Estou a caminho de uma festa a fantasia , me chamo Alfredo e torço pro São Paulo!

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Campanha

“TRAGA 1 AMIGO”

Prêmio:

Toyota “0” Km Ano 2012 Hilux SW9 SRV 4x4  8.0 Turbo

Com a dificuldade em conseguirmos realizar jogos com o número normal de jogadores em campo, isto é, 11 em cada time, estamos iniciando uma campanha com essa finalidade: que todos se empenhem em trazer novos atletas ao nosso agora pequeno grupo. A título de incentivo a campanha irá premiar, com o Toyota da foto, aquele que apresentar pelo menos 1 novo AMIGO e este permaneça jogando todos os sábados conosco durante pelo menos 15 anos. Se for goleiro bastará jogar direto, no gol, durante 10 anos. IMPORTANTE! A única condição é a idade: o convidado indicado não poderá ter mais de 85 anos.


domingo, 16 de outubro de 2011


 CAMPO INTERDITADO!
15 DE OUTUBRO DE 2011
UM SÁBADO PARA ESQUECER...

Devido às chuvas que castigaram nossa cidade, a prefeitura houve por bem interditar nosso campo, evitando assim, acidentes que poderiam ocorrer num campo enlamaçado, liso como sabão.





DOIDO É DOIDO

Um louco cai na piscina e começa a se afogar.
Um outro interno se atira e o salva da morte.
No dia seguinte, o diretor vai ao quarto do louco salva-vidas e diz:
- Parabéns!
Vim pessoalmente para lhe dar duas notícias.
A Primeira é ótima:
Você está de alta!
Depois de seu gesto heróico de salvar um interno, nossa equipe concluiu que você está curado e provou isso ao ter essa atitude digna de um verdadeiro herói.
A segunda notícia não é boa:
Aquele interno que você salvou ontem, acho que queria se suicidar mesmo. Morreu hoje enforcando-se num cinto.
O doido responde:
- Não, senhor diretor, ele não se enforcou.
 
Fui eu que pendurei ele para secar.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

UMA REFLEXÃO SOBRE A AGRESSIVIDADE JUVENIL E A VIOLÊNCIA DE FILMES, JOGOS E AFINS.

Por Alexandre Nagado. Este texto e outros muito interessantes poderão ser lidos em http://nagado.blogspot.com (clique aquí)

Street Fighter, ícone dos games
considerados violentos
Outro dia, em uma reportagem de TV sobre um caso de violência estudantil, uma delegada deu um depoimento dizendo que são os videogames e filmes que deixam os jovens de hoje tão agressivos. Esse discurso é antigo, apresenta uma visão simplista e encontra boa recepção em muitas pessoas. Mas vamos analisar um pouco melhor a questão.


Se seguirmos a definição da delegada, vale uma pergunta: porque no Japão, onde existem tantos desenhos, games e filmes violentos, os índices de violência são considerados baixos? “A educação lá é diferente”, dirão os que conhecem um pouco sobre a sociedade japonesa. Então, isso equivale dizer que as crianças e jovens brasileiros são mais influenciáveis por programas e jogos violentos em relação aos japoneses. E que, por isso, deveriam ser “protegidos” de ver tal conteúdo. Isso não é fugir do problema? Nossos jovens são mais incapazes, emocionalmente frágeis, psicologicamente imaturos e culturalmente pobres a ponto de apenas imitar o que veem, sem capacidade de filtrar realidade e fantasia?

Obviamente, imagens violentas podem chocar, assustar ou serem imitadas por crianças pequenas e ninguém há de concordar que seja saudável para uma criança de 5 anos ver alguém ser metralhado e achar legal. Não é disso que falo. O tema da reportagem era violência entre adolescentes, não crianças, por mais que a sociedade atual tenha feito a infância mais breve e a adolescência se estender indefinidamente em termos de maturidade.

Mentes psicóticas (que sempre existiram aos montes) sempre vão buscar alguma forma criativa de canalizar seu comportamento antissocial. Se não for um jogo, um gibi ou filme, será uma notícia que ouviu falar ou poderá exercer sua criatividade maligna para cometer seus crimes. Ou será que a violência humana teria sido surgido na sociedade somente após o advento de filmes, gibis e jogos sejam eletrônicos ou de RPG? E o que dizer de atos de grande barbárie cometidos por gente que sequer vê televisão e vive a rezar como membro de algum grupo religioso radical? 

Nesse eterno empurra-empurra, o que vem depois? Depois que até jogos de RPG foram feitos de vilões, será que ainda vão criticar contos de fadas com alguma violência na história? Essa superproteção idealizada por alguns pode gerar pessoas incapazes de encarar qualquer dificuldade mais pesada na vida ou, pior ainda, incapazes de encarar problemas. Não é psicologia barata. Ser insensível à violência (um efeito da excessiva exposição à imagens violentas) pode ser um problema grave, mas ser sensível demais a qualquer coisa também pode criar fraquezas e medos excessivos. 

O que me incomoda é a hipocrisia que toma conta de setores da mídia, que compra essa ideia simplista e acha que proibir (e não apenas classificar coerentemente horários) é a solução.

Eu sou totalmente a favor de classificações indicativas conscientes, mas contra a censura prévia e reconheço que certas imagens e situações podem ser perturbadoras para crianças. Porém, não é dever dos pais e educadores ajudar a filtrar esse conteúdo.

Ao ver um filme violento como, por exemplo, algum da cinessérie Máquina Mortífera, o garoto deveria se identificar com os heróis. Violentos, sim, mas são policiais que agem duramente contra criminosos perigosos. Eles não saem espancando gente de quem não gostam gratuitamente e não bancam os valentões pra intimidar gente inofensiva. Isso é atitude dos malfeitores e, se os garotos sentem necessidade de imitar os maus, há um problema grande a se ponderar e tentar entender e trabalhar, não apenas sufocar. É parecido com os garotos que ouvem e cantam músicas que falam em matar gente. 

Em seu livro Brincando de Matar Monstros (Ed. Conrad), o roteirista Gerard Jones fala sobre a função catártica de brincadeiras violentas e consumo de entretenimento com imagens agressivas. Isso teria, dentro de certos limites, a função de alívio ou válvula de escape de tensão, uma forma de lidar melhor com a agressividade interior sem ter que vivenciá-la ou extravasá-la no mundo real. Usar isso para se inspirar a agredir e intimidar com base em egoísmo e falta de limites (que devem ser colocados na mais tenra idade) é sintoma de uma deterioração de valores humanos. Mas, como sempre, é mais fácil culpar algo que pode ser bloqueado ou proibido do que encarar o longo e penoso desafio de assumir as rédeas na educação dos jovens.

Voltando à questão que motivou esta análise, é por causa de gente como a delegada da tal matéria que gente como eu, que escreve sobre HQs e desenhos eventualmente violentos, vai passar a vida se justificando ou explicando o óbvio. A culpa pela violência não é dos desenhos, games, filmes ou gibis. O problema é a forma como os jovens são educados para filtrar o que recebem da mídia.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

IMPRESSIONANTE !!!

NÃO PERGUNTE COMO ELE FAZ ISTO!

NÃO IMPORTA QUE NÃO ENTENDA JAPONÊS,
SÓ VEJA O VIDEO E VAI SE SURPREENDER!
 O QUE SIGNIFICA" CARALHO".!!!!

Veja a imagem e vá clicando nela!
Caralho.ppsCaralho.pps